
O Cineclube SocioAmbiental Campos objetiva problematizar junto à sociedade, através da exibição e análise crítica de filmes e documentários, temáticas que abordam os impactos sociais e ambientais negativos do atual modelo de desenvolvimento como, por exemplo, os causados pelos 'grandes projetos de infra-estrutura', assim como por outras atividades econômicas associadas à “promoção do desenvolvimento”.
Sessão debate sobre Black Mirror (Quinze milhões de méritos)
Sexta-feira 26 de outubro às 14h
Sala Multiuso / UFF Campos (José de Patrocínio 71, Centro, Campos dos Goytacazes, RJ)
Sala Multiuso / UFF Campos (José de Patrocínio 71, Centro, Campos dos Goytacazes, RJ)
Nausicaä do Vale do Vento (Japão, 2004)
Ficha Técnica
Título Original: Nausicaä of the Valley of the Wind (Kaze no tani no Naushika)
País: Japão
Ano: 1984
Direção: Hayao Miyazaki/Kazuo Komatsubara
Roteiro: Hayao Miyazaki
Música: Joe Hisaishi
Duração: 116 minutos
Produção: Tokuma, Japan/Isao Takahata
Gênero: Animação/Ficção Científica
Distribuição: Toei Animation
Mais sobre o filme em: Especial Ghibli – Nausicaä do Vale do Vento - (Blog OTAKU NO IE)
Sob a pata do boi - como Amazônia vira pasto (Brasil, 2018)
Retomando as atividades!
SINOPSE
A Amazônia tem hoje 85 milhões de cabeças de gado, três para cada habitante humano. Na década de 1970, quase não havia bois e a floresta estava intacta. Desde então, uma porção equivalente ao tamanho da França desapareceu, da qual 66% virou pastagem. A mudança foi incentivada pelo governo, que motivou a chegada de milhares de fazendeiros de outras partes do país. A pecuária tornou-se bandeira econômica e cultural da Amazônia, forjando poderosos políticos para defendê-la. Em 2009, o jogo começou a virar quando o Ministério Público obrigou os grandes frigoríficos a monitorarem o desmatamento nas fazendas de onde compram gado. FONTE: Videocamp
Veja mais informações no site oficial do filme
VER TAMBÉM a publicação da Fundação Heinrich Boell "A ascensão dos gigantes da carne:A indústria extrativa do Brasil"
E para quem quiser se engajar:
Greenpeace:
The Meatrix:
SINOPSE
A Amazônia tem hoje 85 milhões de cabeças de gado, três para cada habitante humano. Na década de 1970, quase não havia bois e a floresta estava intacta. Desde então, uma porção equivalente ao tamanho da França desapareceu, da qual 66% virou pastagem. A mudança foi incentivada pelo governo, que motivou a chegada de milhares de fazendeiros de outras partes do país. A pecuária tornou-se bandeira econômica e cultural da Amazônia, forjando poderosos políticos para defendê-la. Em 2009, o jogo começou a virar quando o Ministério Público obrigou os grandes frigoríficos a monitorarem o desmatamento nas fazendas de onde compram gado. FONTE: Videocamp
Veja mais informações no site oficial do filme
Para ampliar as informações e saber mais sobre o que está por trás da cadeia industrial da carne, sugerimos ver a reportagem da Rede TVT. Essa importante questão tem a ver com os nossos hábitos de consumo, mas também com as grandes empresas que degradam o meio ambiente. O assunto foi tema de evento realizado pela Fundação Heinrich Böll no Rio de Janeiro. Julianna Malerba, do Grupo Nacional de Assessoria (GNA) da FASE, esteve entre as palestrantes da atividade.
______________________________________________
VER TAMBÉM a publicação da Fundação Heinrich Boell "A ascensão dos gigantes da carne:A indústria extrativa do Brasil"
E para quem quiser se engajar:
Greenpeace:
The Meatrix:
Blade Runner - Caçador de androides (EUA, Ridley Scott, 1982)
Venha debater!! E para já ir se preparando:
- Androides Sonham Com Ovelhas Eletricas - Philip K. Dick, livro que inspirou os filmes (o primeiro, de 1982 e o que acabou de estrear, em setembro de 2017)
- O Manifesto ciborgue da antropóloga feminista Donna J. Haraway (Primeira parte)
Dica de Gabriel Bon Rabello (aluno de Cs. Sociais da UFF Campos) e membro da equipe do cineclube:
Mineração na Amazônia - Exibição do filme Serra Pelada – a lenda da montanha de ouro (Lopes, Brasil, 2013)
Na próxima terça-feira 19 de setembro às 15 horas! Isto tem a ver com você, se informe, se engaje, participe, é muito importante!
Após a exibição do filme haverá debate.
Debatedora Profa. Elis de Miranda (UFF)
Ficha técnica:
Duração: 104 minutos.
Ano de Produção: 2013.
Direção: Victor Lopes
País: Brasil
Produção: Rodrigo Leiter e Roberto Berliner por TV Zero.
Distribuidora: TVZero.
Roteiro Original: Mauricio Lissovsky e Victor Lopes.
Direção de fotografia: Luis Abramo.
Montagem: Fernando Vidor, Gisele Barreto, Julia Barreto e Leonardo Domingues.
Som direto: Renato Calaça.
Edição Sonora: Antônio De Pádua, Ernesto Sena e Mino Alencar.
Mixagem: Gustavo Krebs.
Enquanto aguardam a sessão do Cineclube vale a pena assistir:
______________________________________________________________
Release preparado por Milton Ferreira Lima Dos Santos
Graduando em Ciências Sociais
UFF - Universidade Federal Fluminense / Campos dos Goytacazes - RJ
Amazônia: o cinema na ampliação do debate sobre a mineração
1- A história
recente
O que vem acontecendo no Brasil nas
últimas décadas na questão ambiental é preocupante. Vejamos o novo decreto
assinado pelo presidente Temer, onde pretendia extinguir a Reserva Nacional de Cobres e Associados (RENCA) que está
entre o Pará e o Amapá, no Estado da Amazônia (El Pais, 2017, online); uma área
de 46.499
quilômetros quadrados - equivalente ao Estado do
Espírito Santo, Brasil. Isso reafirma e intensifica a preocupação com o futuro
de Amazônia, e reabre espaço a outras indagações como a que expressa a modelo
brasileira Gisele Bundchen (ver abaixo “Fim da Renca”). A repercussão negativa
estendeu-se pelo mundo e jornais como o The Guardian classificou o decreto como
o maior ataque a Amazônia nos últimos 50 anos.
Fim da Renca
Fonte: The Guardian disponível em:
< https://www.theguardian.com/environment/2017/aug/24/brazil-abolishes-huge-amazon-reserve-in-biggest-attack-in-50-years>
Acesso: Setembro de 2017.
Com esse decreto, assinado inicialmente
em 23 de agosto, Temer deu o aval às atividades em busca de ouro, ferro e cobre
na Amazônia (ver mapa). A reserva em questão, criada ainda no regime militar
(1984), conta com três unidades de conservação (UC) de proteção integral, de
duas terras indígenas (TI) e mais quatro unidades de conservação com
desenvolvimento sustentável.
Fonte: FOLHA disponível em: <
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2017/08/1912465-temer-extingue-reserva-na-amazonia-para-ampliar-exploracao-mineral.shtml
> Acesso em Setembro de 2017.
Assinar:
Postagens (Atom)










